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Poesia sem título/ Sem promessas

Poesia Sem Título (1979)

Quero que venhas depressa
O tempo é pouco
Careço de partilhar meus delírios com você
Conheço lugares jamais penetrados
Misto de poeta e pirata
Só os loucos são capazes de voar
Não tenhas receio de mim
Quero Te levar aonde estou
Como poderei mentir-lhe
Se eu sou somente o que sou?

Raul Seixas


SEM PROMESSAS
Sandra May

Não tenho passado nem futuro
Tão pouco presente tenho
Estou simplesmente num agora
Que passou

Meu devir que se repete
Se repete, se repete, se repete
Tudo sempre a se transformar
Metamorfosear

Visito com frequência os espelhos 
Não adianta eu tentar disfarçar
E confirma-se o esperado
Ela não está mais lá

Foi transmutando
Se convertendo
Uma borboleta fortalecendo as asas
Segundo a natureza
Meu destino é voar!

Anexo vai o convite:
Se quiser vir junto comigo
De olhos fechados e coração aberto
Não faça cerimônia

Posso te mostrar as flores mais belas
Aquelas que exalam singulares perfumes
Delicadezas 

Muitas palavras não te prometo
Prefiro os longos silêncios
Tagarelar não é minha praia e nem gosto de carnaval.!

Não te iludo
eu te prometo o sol
se hoje o sol sair...
Sandra May









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