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Amadora, metida a poeta. Não me levem muito a sério...rss!

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MULHER, NEGRA E GRAFITEIRA

[Dia 15 ]

Criola- 24 anos,  é uma artista visual mineira nascida em Belo Horizonte na comunidade do Morro São Lucas.  Formada em Design de Moda pela Belas Artes de Minas Gerais. Começou a pintar no espaço público em 2012.
Após sofrer preconceitos por ser mulher e negra, Criola viu na arte urbana uma forma de expressar sua resistência a sociedade. Seu projeto intitulado “ORI” que significa cabeça em Ioruba (um dos maiores grupos étnico-linguísticos da África Ocidental) tem em suas pinturas negras com traços maravilhosos.
Criola tem como referencias principais a diversidade cultural e a flora do Brasil, ela retrata o negro, das rezas e das lendas urbanas. Sua arte e  sua postura como pessoa são marcantes. Uma artista que nos mostra em alto e bom som a voz de varias mulheres com uma abordagem forte, linda e direta do negro e o feminismo.
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Espero que tenham gostado e até apróxima...

Obs: Pesquisei a postagem acima no site STREET ART BRASIL a quem dou os devidos créditos.
Sandra May

Trabalho colaborativo


[ dia 13 ]

É na arte que o homem se ultrapassa definitivamente.


Bom dia pra você que está acompanhando o blog ou é visitante, seja muito bem vindo!

Pesquisando para a postagem do dia sobre o tema da quinzena, "Grafite," encontrei o site STREET ART BRASIL. Escolhi a postagem sobre os 30 Melhores Murais Colaborativos, dentre os 30 separei 5 para apresentar a vocês.

Pintar um mural pensando como uma “obra” única e uma mensagem única não é uma tarefa fácil. Pois não são todos artistas que conseguem interagir com outro artista, fazer um mural com uma pessoa que tem uma visão de mundo totalmente diferente da nossa é preciso saber ceder, ouvir, discutir e estar aberto ao novo.
O artista tem de saber lidar com seu próprio ego, as diferenças, dialogar, criar junto e experimentar o novo ou o que o outro propõe a fazer. Estar aberto para opiniões, usar aquela cor que você não gosta, fazer aquela forma que você não faz, desenhar de forma diferente, pintar do jeito que você não está acostumado, enfim esses e outros fatores que deixam os murais colaborativos tão surpreendentes e visualmente tão interessantes de se apreciar.
Compartilhe, Curta, Incentive e Promova arte feita por “NOSSOS” artistas brasileiros. O Brasil tem muita coisa boa “VALORIZE” o que é nosso. Não precisamos ir pra Europa ou Estados Unidos pra encontrar algo bom, na sua cidade mesmo com certeza existe algum artista talentoso pintando os muros da cidade de forma independente.
Obs: Transcrevi parte do texto encontrado no site e copiei algumas imagens, dando os devidos créditos aos artistas e ao site com um link que você pode conferir AQUI
Aqui estão os cinco murais que escolhi. Todos são maravilhosos, mas entre os 30, meu coração pulsou forte por esses!
Zéh Palito + Rimon Guimarães
Zéh Palito + Rimon Guimarães
http://www.flickr.com/zehpalito
http://www.flickr.com/rimon

André Morbeck + Wés + Decy + Mateus Dutra

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Ignoto + Feik
Ignoto + Feik

Lelo + Vagabundos

Lelo + Vagabundos

Sliks + Jimmy C

http://www.akajimmyc.com

ILUSÃO DE ÓTICA


[ Dia 7 ]

Pode ser que nos guie uma ilusão; a consciência, porém, é que nos não guia.
Fernando Pessoa

Por Photographed by Richard Cocks - Obra do próprio, Banksy Graffiti (Park Street) Close shot, CC BY 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1304891


ARTE QUE LIBERTA


[ Dia  6 ]

O fim da arte inferior é agradar, o fim da arte média é elevar, o fim da arte superior é libertar.
Fernando Pessoa

Marcelo ECO Foto: Leonardo Zielinsky
Marcelo ECO
Foto: Leonardo Zielinsky
Esta imagem foi pesquisada AQUI

IMPACTANTE


[Dia 5]

"Os espelhos são usados para ver o rosto; a arte para ver a alma."
George Bernard Shaw

Grafites de Grottaglie, Itália 

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Pesquisa das imagens, AQUI

THRILLING


Esta pesquisa foi demais!!! Fiquei muito emocionada com o que vi e compartilho com vocês. 
Sandra May
[Dia 3 ]

Uma obra de arte é um canto da criação visto através de um temperamento.

Muro grafitado
Fintan Magee

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Fintan Magee
Para conhecer mais de Fintan Magee, visite este SITE!

BLUE EYES


  [ Dia 2 ]

E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti.

Por Bjørn Christian Tørrissen - Travel photos by the uploader, see more at http://www.pvv.org/~bct/brasil3/, GFDL, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4386024
Olinda - Brasil

ARTE URBANA



"Você nunca achará o arco-íris, se você estiver olhando para baixo."
Charles Chaplin

Charlie Chaplin
Essa foto foi feita por Carolina, do blog  BAÚ DE CACOS. 

Outro grafite na Bélgica (Gent City)






As imagens do grafite foram enviadas pelo instrutor Abu, sem identificação  da autoria.
Sandra May 

"TASSO" NA BIENAL DO GRAFFITI









O alemão Tasso é um dos artistas estrangeiros que participa da 3º Bienal Graffiti Fine Art em São Paulo, no Parque Ibirapuera. As imagens acima são obras do artista em diferentes lugares e superfícies.
Saiba mais sobre a Bienal clicando aqui

3ª BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI FINE ART - ARTE DA PERIFERIA

A arte do spray saiu das ruas e ganhou as paredes do Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Mais de 60 artistas estão na 3ª Bienal Internacional do Graffitti.

No parque, o movimento e a vida vão se misturando às cores e aos traçados que se espalham. Quase não tem divisão entre fora e dentro, rua e prédio na 3ª Bienal do Graffiti.

As pinturas que colorem as grandes cidades aqui ganham também outras dimensões. Os bonecos já foram grafites, agora, em retalhos recheados, têm a tarefa de atrair doação de roupas para quem precisa. Essa vocação militante está na raiz do grafitti, que nasceu na Roma antiga onde se escrevia palavras de ordem em carvão nas paredes.

Fonte: http://g1.globo.com/




3ª BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI FINE ART acontece no Pavilhão das Culturas Brasileiras. Rua Pedro Álvares Cabral, Parque do Ibirapuera, 5083-0199. 3ª, das 10h às 21h; 4ª a dom., das 10 às 18h. Grátis. Até 19/5.


BIENAL

Apaixonada por Grafite, pesquisei sobre a Bienal e sugiro a visita...
http://www.brasilpost.com.br/2015/04/20/bienal-do-grafite_n_7099744.html


Há tempos o grafite deixou de ser apenas uma cultura das ruas. O street art tem invadido cada vez mais os espaços das galerias, fazendo com que as pessoas enxerguem as pinturas sob outra ótica. Prova disso é a Bienal Internacional de Graffiti Fine Art, cuja terceira edição abriu suas portas para o público na tarde de sábado, 18, no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Murais, paredes e quadros pintados com spray, estêncil e pinceis, além de esculturas e videoarte, ditam o tom da Graffiti Fine Art, que conta com obras de 60 grafiteiros domundo todo, incluindo Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Chile, Peru e Japão. "A rua ainda é o maior palco para o grafite. Hoje, no entanto, ele está culturalmente mais forte e inserido em outros espaços. O objetivo da exposição, portanto, também é apresentar ao público os diferentes estilos e técnicas do grafite", afirma Binho Ribeiro, curador da mostra.
Artistas que têm obras autênticas e são representativos nas cidades onde moram ao redor do mundo foram os que melhor conseguiram prender o olhar de Ribeiro. "A intenção é misturar estilos, técnicas e conceitos de grafiteiros reconhecidos, veteranos e novos. A mostra traça uma trajetória que vem desde o início da cultura do grafite, em Nova York, e reúne diversas gerações de artistas, todos de alto nível técnico, sejam nomes consagrados ou novos talentos", completa.
Segundo a idealizadora do projeto, Renata Junqueira, a proposta central não é desmarginalizar o grafite, uma de suas características, mas dar um outro olhar a ele. "A ideia principal era fazer com que o grafite fosse visto de maneira diferente dentro de um espaço mais intimista. Nas ruas, as pessoas, geralmente, não olham para os detalhes do desenho e como a técnica é desenvolvida. Portanto, é um jeito da pessoa estar mais próxima do grafite e apreciá-lo. Elas precisam enxergar o grafite como arte. Com essa proximidade, fica mais fácil das pessoas analisarem isso. Queremos propiciar esse contato. De uns tempos para cá, o grafite deixou de ser marginalizado para ser apreciado", afirma Renata.

Amanhã tem bienal!!!
Swoon (EUA)
Jazz (Argentina)
C215 (França)
Ganzeer (Egito)
JR (França)


 A Bienal Internacional Graffiti Fine Art teve sua primeira edição em setembro de 2010, fruto de uma compilação de seis eventos do inédito projeto de arte urbana Graffiti Fine Art, criado por Binho Ribeiro e Renata Junqueira. O Pavilhão das Culturas Brasileiras, projetado por Oscar Niemeyer nos anos 1950, na zona sul da capital paulista, foi o espaço escolhido para abrigar a exposição em 2015, após dois anos sendo realizado no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura).
Expectativa
Grande parte das obras foi criada exclusivamente para a 3ª Bienal. Muitas delas, inclusive, acabaram sendo pintadas na hora. Alguns grafites, entretanto, chamam a atenção por estourar o tamanho da tela. O norte-americano Pose II e o alemão Tasso são os grandes nomes da exposição, que tem entrada gratuita e vai até 9 de maio. O evento promete atrair muita gente. Em 2013, mais de 60 mil pessoas prestigiaram a mostra.
Para o administrador de empresas Diego Ramos Rumbeira, 24, a exposição traz o melhor da arte contra cultural da periferia para os grandes centros. "Acho ótimo que o maior número de pessoas possa ver isso aqui no Ibirapuera. Trata-se de uma chance de ouro para apreciar a arte que teve início nessas regiões mais pobres. Isso também é arte", afirma o jovem.
A estudante de Rádio e TV, Juliana Barbosa Alcântara, 19, também gostou das obras que viu. "Nunca tinha visto tanta coisa bonita. Eu, particularmente, não conhecia o grafite de maneira tão detalhada e intensa. Era algo distante da minha realidade. Com essa exposição, a gente consegue ver todos os detalhes", afirma a adolescente. As informações são do jornal


3ª BIENAL INTERNACIONAL DE GRAFFITI FINE ART acontece no Pavilhão das Culturas Brasileiras. Rua Pedro Álvares Cabral, Parque do Ibirapuera, 5083-0199. 3ª, das 10h às 21h; 4ª a dom., das 10 às 18h. Grátis. Até 19/5.
Gaia (EUA)
Os gêmeos (Brasil)
Whils (Portugal)
Blue (Itália)

Phlegm (Inglaterra)

As palavras são desnecessárias porque as imagens falam!
Sandra May

É UMA SURPRESA APÓS OUTRA...


Marcelo Eco Marchon (Cairo)

Marcelo Eco Marchon (França, galeria Adler)

Marcelo Eco Marchon (Tijuca, Rio de Janeiro)

Quer conhecer mais sobre esse trabalho fantástico? Clique AQUI


GRAFITES POR DOMINIQUE JUSTEN

Vidigal - Rio de Janeiro

Duque de Caxias - Rio de Janeiro

Búzios  (pista de skate) - Rio de Janeiro

PESQUISANDO ARTE DE RUA

Grafite Não é Pichação
Uma das principais discussões a respeito do grafite é a diferença que existe entre ele e a pichação. O grafite é uma manifestação artística em que o desenho assim como o uso de letras é pensado para que transmita alguma mensagem. A pichação por sua vez consiste em sujar os muros e edificações pelo simples ato de sujar os mesmos. Não existe um objetivo artístico.
Podemos dizer de uma maneira mais geral que o grafite tem uma base muito mais nas figuras do que nas letras enquanto a pichação tem um foco muito mais nas palavras em especial em xingamentos. Apesar dessa diferença de objetivos é necessário destacar que as duas manifestações têm um contexto social semelhante.





GRAFFITI EM MURO (SÃO PAULO)








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O grafiteiro Paulo Terra e sua equipe, fizeram uma homenagem a Roberto Gomes Bolanos. Um muro da Avenida Guarapiranga, na zona sul de São Paulo, foi colorido com os personagens de "Chaves" e seus companheiros da vila. Quase mil metros foram pintados,  para deleite dos fãs do "Chavinho", Seu Madruga, Dona Florinda, Chiquinha e tantos outros. Linda homenagem!

Fonte da imagem: Internet

Você também poderá ver postagem semelhante no blog do Braian, de onde pesquisei algumas imagens complementares
Sandra May