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VIDAS (In memória)

Bom dia, amigos!
Eu tenho meditado muito sobre a brevidade da nossa vida aqui no planeta, e, também sobre as dificuldades que temos em nos relacionar mais profundamente com nossos dramas assim como os dramas dos nossos semelhantes. 
Tenho observado que pessoas ultimamente tem até publicado que preferem bicho a gente...não me surpreendo mais, apenas reflito sobre como estamos em nossa evolução espiritual. (Se não fosse pedir muito, que a gente pudesse respeitar tanto os animais como as pessoas.) 
Ao contrário de buscar uma convivência mais harmoniosa, de maior tolerância com as diferenças, estamos cada dia mais nos fechando em nossos casulos e esquecendo (ou talvez nunca tenhamos nos dado conta) que precisamos uns dos outros para a nossa própria sobrevivência. 
Todas as pessoas que de uma forma ou outra cruzam os nossos caminhos...são para sempre! Incrível como nosso cérebro faz e armazena registros que jamais se apagam, e, por um impulso qualquer, pessoas que conhecíamos bem ou superficialmente vem à lembrança. Algumas destas nos trazem a sensação de alegria, outras de saudades, de arrependimento, gratidão e até de culpa. Às vezes dá tempo, às vezes não dá mais tempo: partimos, ou eles partem...
Estou escrevendo isso, por quê?
Eu te respondo que tenho procurado cada dia mais e mais fazer um caminho introspectivo a fim de ser mais generosa comigo, tendo com a finalidade aprender a amar o próximo. Todo dia eu tropeço, é inevitável...mas preciso ter cuidado pra não cair porque posso não ter forças ou quem me ajude a levantar. Todo dia pode ser meu ultimo dia, preciso estar sempre atenta!
Escrevi o poema abaixo me lembrando do Luciano, como já escrevi pensando em minha mãe, no meu pai, no cotidiano, nas pessoas que vejo na rua, só passando... nos meus erros...muitos erros, e, como Deus me resgatou das trevas para a luz. 

Fica aqui o registro de um outro tempo,  de um novo tempo e de um tempo depois do novo tempo.
De um tempo que será um tempo pra sempre; Eterno, posto que eterna a vida é!
Sandra May


Encontrei teu sorriso
desenhado no riso de outros olhos
Fazia tanto não te via...
surpresa, sorri também.

Por saber que teu sorriso
hoje caminha pelas ruas de Copacabana
pensei: quem diria...
A vida não para; Vida vai, e vida vem
Vida ultrapassa os limites, vai mais além.

Enquanto isso
aqui fico em sagrado silêncio
observando as mãos que constroem
sonhos  em castelos de areia
que o mar leva embora
não antes de deixar registrado
a grandeza do momento.

Vida!
Vida, que te quero tanto bem...
Bem que tentei evitar a rima
mas parece que foi ontem!
Sandra May


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